Niterói, 31/07/2010
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ESPIRITUALIDADE

O fazendeiro escocês

O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar a vida e o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu para lá.
Lá chegando, atolado até a cintura de uma lama negra, encontrou um menino gritando e tentando se safar da morte. O fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível.
No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega a humilde casa do escocês. Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o fazendeiro Fleming tinha salvado.
-Eu quero recompensá-lo, disse o nobre. Você salvou a vida do meu filho.
-Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz – responde o fazendeiro escocês, recusando a oferta.
Naquele momento, o filho do fazendeiro veio a porta do casebre.
-É seu filho? – perguntou o nobre.
-Sim, o fazendeiro respondeu orgulhosamente.
-Eu lhe faço uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação. Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual terá muito orgulho.
E foi o que ele fez.
Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no St. Mar’s Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia.
O que o salvou? A Penicilina.
O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill.
O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.
Alguém disse uma vez que a gente colhe o que planta.
Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse tido uma decepção.
Dance como se ninguém o estivesse te assistindo.

Autor desconhecido

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